Posição dos senadores dessa república brasiliera sobre a redução da maioridade penal:
17 contra a redução. Posição pública.
8 contra a redução. Posição sujeita a modificação.
17 em dúvida.
19 favorável à redução. Posição sujeita a modificação.
20 favorável à redução. Posição pública.
Tá complicado o cenário.
Fonte: Gabinete do Senador Aloizio Mercadante, 2007.
30.4.08
29.4.08
sp calling
dMeio urgh today. chegando do mato de sp, ainda tem árvore em pé. tinha até vaca e um lago, lá no sul da sul, quase entrei em marsilac, virei à esquerda um pouco antes. doidera essa cidade.
meio urgh. sei lá. como sempre sei lá. na virada no palco das meninas um show muito bom de uma mina punk, lá pelas 12.30 - 1.00 de la matina, num sei o nome, e ainda não pesquisei, ok. saia de bailarina circense e camiseta preta, som punk, bom, sempre muito bom, só me armei antes, pq tempos atrás, ao entrar no quebra em frente ao palco, no empurra, rodei, fizeram toda a minha mochila, banda gringa, no FSM em poa. Mas nao tinha quebra dessa vez, punk é bom, mas faz falta o pula pula empurra empurra porrada.
uma vez, no galpão da lapa, semana da juventude, homenagem ao festival do fim do mundo, várias bandas no palco, sobe a banda "menstruação anarquika". três mulheres, punk total, arrebentou a corda da guitarra e a moça não conseguia nem afinar. depois a barra pesou, teve quebra, corre, briga. eu, claro, escapo pelo canto.
meio urgh. sei lá. como sempre sei lá. na virada no palco das meninas um show muito bom de uma mina punk, lá pelas 12.30 - 1.00 de la matina, num sei o nome, e ainda não pesquisei, ok. saia de bailarina circense e camiseta preta, som punk, bom, sempre muito bom, só me armei antes, pq tempos atrás, ao entrar no quebra em frente ao palco, no empurra, rodei, fizeram toda a minha mochila, banda gringa, no FSM em poa. Mas nao tinha quebra dessa vez, punk é bom, mas faz falta o pula pula empurra empurra porrada.
uma vez, no galpão da lapa, semana da juventude, homenagem ao festival do fim do mundo, várias bandas no palco, sobe a banda "menstruação anarquika". três mulheres, punk total, arrebentou a corda da guitarra e a moça não conseguia nem afinar. depois a barra pesou, teve quebra, corre, briga. eu, claro, escapo pelo canto.
28.4.08
es vai fcar
Jéssica (JSK) 11 de Julho de 2007
OLÁ GALERA OLHA EU AKI…………………DEPOIS DE MUITO TEMPO SEM ENTRAR NO BLOG RESOLVI DAR UMA OLHADINHA DE COMO ANDA O TRABALHO DAS OUTRAS CIDADES, POXA COMO DEVE TA LEGAL IR NOS BAIRROS PENA Q EU NUM FUI EM MUITOS BAIRROS.MAS TO AKI NO FONTE E TA LEGAL ESTOU ……. ESTAVA
LENDO AS HISTORIAS Q FORAM [...] QUADROS………………..
VCS NUM TEM IDEIA DE ………………… ESSE LIVRO VAI FICAR …………………
É AGORA TENHO Q IR……………….BJAUM PRA TODOS……………………FIQUEM COM DEUS
OLÁ GALERA OLHA EU AKI…………………DEPOIS DE MUITO TEMPO SEM ENTRAR NO BLOG RESOLVI DAR UMA OLHADINHA DE COMO ANDA O TRABALHO DAS OUTRAS CIDADES, POXA COMO DEVE TA LEGAL IR NOS BAIRROS PENA Q EU NUM FUI EM MUITOS BAIRROS.MAS TO AKI NO FONTE E TA LEGAL ESTOU ……. ESTAVA
LENDO AS HISTORIAS Q FORAM [...] QUADROS………………..
VCS NUM TEM IDEIA DE ………………… ESSE LIVRO VAI FICAR …………………
É AGORA TENHO Q IR……………….BJAUM PRA TODOS……………………FIQUEM COM DEUS
26.4.08
Urubu Vegetariano
Marião, meu brother, acaba de inaugurar o blog Urubu Vegetariano (http://urubuvegetariano.blogspot.com/). Sensacional. Histórias de índios Wajãpi. O cara morou dois anos com eles, no Amapá.
Um dia, em sampa, me deu um livro. A inconstância da alma selvagem. Eu adorei o título, poético demais. Disse que era do maior antropólogo brasileiro: Eduardo Viveiros de Castro. Acreditei. Deixei o livro ali, pra ser lido. Mas claro que ele foi atropelado e nunca o li. Antropologia me interessa. Li pouco até hoje. Só umas páginas de Geertz.
Depois meu irmão voltou. Viu o livro intacto na estante. Pediu de volta. Dei. Justo.
E no domingo passado o Eduardo Viveiros de Castro, o maior antropólogo brasileiro segundo meu irmão Mário a agora também segundo o jornal O Estado de São Paulo, deu entrevista no caderno Aliás sobre a coisa toda de Roraima. Muito boa. Eu só penso que aquele general que deu as declarações bombásticas, o tal Heleno, é um tosco de graduação maior. Só mesmo a revista veja e o Arthur Virgilio para sustentar o sujeito. Enfim.....
Na entrevista do maior antropólogo brasileiro ele diz, rápidamente, sobre a teoria que desenvolveu: o perspectivismo amazônico. Do pouco que li gostei bastante. Segundo o índio a onça vê o homem como porco e por isso o come. São múltiplas possibilidades. Pensei no grupo de Rondônia que tem uma nascente e bela conversa sobre Identidade Amazônida (com D mesmo, não tá errado não). E também sobre avaliação, que sempre nos convida a olhar com muitos olhos. Quero ver como onça para enxergar porcos suculentos.
Um dia, em sampa, me deu um livro. A inconstância da alma selvagem. Eu adorei o título, poético demais. Disse que era do maior antropólogo brasileiro: Eduardo Viveiros de Castro. Acreditei. Deixei o livro ali, pra ser lido. Mas claro que ele foi atropelado e nunca o li. Antropologia me interessa. Li pouco até hoje. Só umas páginas de Geertz.
Depois meu irmão voltou. Viu o livro intacto na estante. Pediu de volta. Dei. Justo.
E no domingo passado o Eduardo Viveiros de Castro, o maior antropólogo brasileiro segundo meu irmão Mário a agora também segundo o jornal O Estado de São Paulo, deu entrevista no caderno Aliás sobre a coisa toda de Roraima. Muito boa. Eu só penso que aquele general que deu as declarações bombásticas, o tal Heleno, é um tosco de graduação maior. Só mesmo a revista veja e o Arthur Virgilio para sustentar o sujeito. Enfim.....
Na entrevista do maior antropólogo brasileiro ele diz, rápidamente, sobre a teoria que desenvolveu: o perspectivismo amazônico. Do pouco que li gostei bastante. Segundo o índio a onça vê o homem como porco e por isso o come. São múltiplas possibilidades. Pensei no grupo de Rondônia que tem uma nascente e bela conversa sobre Identidade Amazônida (com D mesmo, não tá errado não). E também sobre avaliação, que sempre nos convida a olhar com muitos olhos. Quero ver como onça para enxergar porcos suculentos.
21.4.08
O bandido francês
Roraima está nos jornais. Terra In'dígena Raposa Serra do Sol. Até aí tudo bem. Mas quando vi Surumu nas manchetes me surpreendi. É um entroncamento, coisinha muito pequena, que chamam até de cidade, onde ouvi uma história surpreendente. Incrível. Requento ela abaixo, data de setembro de 2004.
Fui em direção ao velho. O tempo era pouco e me impunha precisão. Por elegância e respeito me apresentei, ganhei aperto de mão e convite para sentar à sombra. Mal acomodado já perguntei: É verdade? Disse ele que não podia dar certeza. Mas adornou a história, contou que acolhera o francês estropiado que chegava de acidente de garimpo. Foi? Mancava da perna, carregava dois crivos de bala na cabeça. Seu bafo era insuportável, sempre. Merda. O motorista me olha, já me apressa. Entregou as vacinas no posto de saúde e quer sair. Levanto. Agradeço e tento outra vez. Dá pra precisar se era ele? Não, diz o velho. Tem gente que diz que era, eu não asseguro. Mas tá enterrado aqui, no Surumu.
Surumu, cruzada de caminho pra comunidade Taxi (diz-se Tachi). A terra é de Macunaíma, zona de índios Macuxis, Taurepangs e Wapixanas. Lá chegado, banhado de rio e almoçado, segui pra casa de Seu Alquino, o pajé. Ele ofereceu pinha. Dividi com o cachorro, bicho magro demais pra se armar de pé que, esquecido de cerimônia, aceitou a fruta. O pajé nada falou do francês. Contou de seu iniciatório na pajelança com o tio que abriu buraco na terra e ordenou pra ele lá entrar. Ficou seis meses. Comia biju, bebia água. Saiu pau, diz que mais magro que o cachorro. Estudou o uso das ervas e o conhecimento dos espíritos. Graduado, não encontrou mais encantos na mata pra desfazer. Já era tempo de paz, desde quando um pajé velho mergulhou no rio pra brigar contra o mistério que matava os nadadores. A peleja foi brava, quando quase afogado o indío puxou pra fora d’água o bicho encantado, peludo, igual a uma criança que escapou e sumiu.
O dia morria, troquei uma saudação e parti.
Na beira da linha, onde se faz a ronda da fronteira. Pra lá é Venezuela, pra cá Pacaraima. Aguardando o filho do velho, que é candidato a prefeito. Queremos armar carona, garantir viagem pra capital. O café é quente, o melhor de Roraima. No aguardo. Azeitona, o motorista, xinga. Tudo. É só puta que o pariu, filha de uma puta. Sujeito fiel. Mais café, ôba. Já ouvi dizer que bebida quente nesses copos de plástico causa câncer. Penso nisso. Chegam uns carros. Correligionários. O partido é o PT. Sai um jantar, quanta gentileza, como feliz. A farinha tá excelente. Um copo de café. O filho do prefeito, ôba.
O candidato é filho do velho e morou com o francês. Disse que o corpo era todo tatuado de borboletas. Se dizia chamar Seu René. Mergulhou no mar com mais 15, fugidos da Ilha do Diabo. Boiaram numa balsa de coco, uns ficaram pelo caminho, de morte morrida ou morte matada. Restaram quatro. Seu René insistia que era Seu René. Negava ser Papillon, o bandido francês.
Apegado ao garimpo, viajava atrás de pedra preciosa. Encontrou um dia uma mosca varejeira que lhe fez ninho no nariz. Voltou do mato com a cara coberta de vermes e cheio de gritos. Ganhou limpeza com creolina pelas freiras do convento. E ficou pior do que já andava.
Lia e escrevia. Ganhava revistas O Cruzeiro e Manchete dos aviadores da FAB. Foi compondo biblioteca. Debaixo do braço o livro de Henri Charriérre. O francês escrevia em cadernos, revelava ali sua história. Ganhou reta pra morte com o câncer que apareceu. Ninguém conhecia a doença, sabia-se nada de como se pegava ou curava.
Deu fim. Morreu. O câncer levou. O povo preocupado, desentendido da doença, tinha a certeza do contágio. Jeito que existia era esterilizar tudo. Chegaram à biblioteca e atearam fogo. Queimaram a O Cruzeiro, a Manchete, o livro de Charriérre e as anotações do francês que revelavam ele ser (ou não) Papillon.
Morto no Surumu.
Fui em direção ao velho. O tempo era pouco e me impunha precisão. Por elegância e respeito me apresentei, ganhei aperto de mão e convite para sentar à sombra. Mal acomodado já perguntei: É verdade? Disse ele que não podia dar certeza. Mas adornou a história, contou que acolhera o francês estropiado que chegava de acidente de garimpo. Foi? Mancava da perna, carregava dois crivos de bala na cabeça. Seu bafo era insuportável, sempre. Merda. O motorista me olha, já me apressa. Entregou as vacinas no posto de saúde e quer sair. Levanto. Agradeço e tento outra vez. Dá pra precisar se era ele? Não, diz o velho. Tem gente que diz que era, eu não asseguro. Mas tá enterrado aqui, no Surumu.
Surumu, cruzada de caminho pra comunidade Taxi (diz-se Tachi). A terra é de Macunaíma, zona de índios Macuxis, Taurepangs e Wapixanas. Lá chegado, banhado de rio e almoçado, segui pra casa de Seu Alquino, o pajé. Ele ofereceu pinha. Dividi com o cachorro, bicho magro demais pra se armar de pé que, esquecido de cerimônia, aceitou a fruta. O pajé nada falou do francês. Contou de seu iniciatório na pajelança com o tio que abriu buraco na terra e ordenou pra ele lá entrar. Ficou seis meses. Comia biju, bebia água. Saiu pau, diz que mais magro que o cachorro. Estudou o uso das ervas e o conhecimento dos espíritos. Graduado, não encontrou mais encantos na mata pra desfazer. Já era tempo de paz, desde quando um pajé velho mergulhou no rio pra brigar contra o mistério que matava os nadadores. A peleja foi brava, quando quase afogado o indío puxou pra fora d’água o bicho encantado, peludo, igual a uma criança que escapou e sumiu.
O dia morria, troquei uma saudação e parti.
Na beira da linha, onde se faz a ronda da fronteira. Pra lá é Venezuela, pra cá Pacaraima. Aguardando o filho do velho, que é candidato a prefeito. Queremos armar carona, garantir viagem pra capital. O café é quente, o melhor de Roraima. No aguardo. Azeitona, o motorista, xinga. Tudo. É só puta que o pariu, filha de uma puta. Sujeito fiel. Mais café, ôba. Já ouvi dizer que bebida quente nesses copos de plástico causa câncer. Penso nisso. Chegam uns carros. Correligionários. O partido é o PT. Sai um jantar, quanta gentileza, como feliz. A farinha tá excelente. Um copo de café. O filho do prefeito, ôba.
O candidato é filho do velho e morou com o francês. Disse que o corpo era todo tatuado de borboletas. Se dizia chamar Seu René. Mergulhou no mar com mais 15, fugidos da Ilha do Diabo. Boiaram numa balsa de coco, uns ficaram pelo caminho, de morte morrida ou morte matada. Restaram quatro. Seu René insistia que era Seu René. Negava ser Papillon, o bandido francês.
Apegado ao garimpo, viajava atrás de pedra preciosa. Encontrou um dia uma mosca varejeira que lhe fez ninho no nariz. Voltou do mato com a cara coberta de vermes e cheio de gritos. Ganhou limpeza com creolina pelas freiras do convento. E ficou pior do que já andava.
Lia e escrevia. Ganhava revistas O Cruzeiro e Manchete dos aviadores da FAB. Foi compondo biblioteca. Debaixo do braço o livro de Henri Charriérre. O francês escrevia em cadernos, revelava ali sua história. Ganhou reta pra morte com o câncer que apareceu. Ninguém conhecia a doença, sabia-se nada de como se pegava ou curava.
Deu fim. Morreu. O câncer levou. O povo preocupado, desentendido da doença, tinha a certeza do contágio. Jeito que existia era esterilizar tudo. Chegaram à biblioteca e atearam fogo. Queimaram a O Cruzeiro, a Manchete, o livro de Charriérre e as anotações do francês que revelavam ele ser (ou não) Papillon.
Morto no Surumu.
14.4.08
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Em Porto Velho um encontro onde encontro Fabiana, educadora de unidade de internação de adolescentes, que se anima com o Método QUADROS. Fico feliz. E gosto também da minha boa idéia de ter levado a elas os desenhos todos bem impressos, num envelope transparente, no tamanho ideal (A5), com uma página de orientações para procedimento. Isso. He he.
Dei um kit a Fabiana. Que bom, ela se animou. Falou alguma coisa, teve uma idéia. Tem mais um? Tenho. Me pediu, quer usar na unidade de internação feminina, cara que punk, na feminina, que bom, radical, o que será que vai dar?...
tô muito curioso pra saber o que vai dar os quadros nesses lugares......
claro, claro...
ai ai. escrevi a ela um e mail. tomara que me responda.
Dei um kit a Fabiana. Que bom, ela se animou. Falou alguma coisa, teve uma idéia. Tem mais um? Tenho. Me pediu, quer usar na unidade de internação feminina, cara que punk, na feminina, que bom, radical, o que será que vai dar?...
tô muito curioso pra saber o que vai dar os quadros nesses lugares......
claro, claro...
ai ai. escrevi a ela um e mail. tomara que me responda.
10.4.08
Volta
Carolina perguntou porque o blog dela não esta mais entre meus links. De fato, eu o tirei tempos atrás. Me causava estranheza essa relação. Aqui posts cinzas e lá coloridos, falando de um outro mundo, distante desse, de comportamentos, formas, fashion e kids. Como linkar os dois mundos? Tirei. Mas é ridículo isso. Vivo esse link, a relação. Afinal ela é minha mulher. Isso está em casa. E desafia, olhar tantas diferenças e encontrar semelhanças, sentidos de união. Que existem, claro. Para além do cinza e do colorido. Da serpentina ou do aguardente.
Carolina volta.
Carolina volta.
Strange situation
Me chamaram para um encontro com uma jornalista poderosa. Queriam que eu apresentasse o estudo que fizemos sobre os resultados da intervenção social que realizam. Diziam que ela era muito importante, a todo instante, she is the one, ok, não entendi bem o porquê dessa insistência nas patentes da americana. Ou americano? Ela ou ele? É ela, me disseram, mas é ele. Desculpa, sorry, como assim? É um menino-menina. Um homem com feição feminina e peitos. Todos preocupados em que eu soubesse bem disso, como se isso pudesse ser um problema para mim. Longe disso, meus problemas são bem mais complicados.
Mas foi estranho. Strange meeting, I don't know exactly why. Acho que é porque hoje me relaciono com estranheza com essa avaliação. Ainda preciso entendê-la, creio, fico com a sensação de que não escapamos ao senso comum. Onde chegamos? O que é novo? Que mudanças essas informações podem gerar? Não sei. Mas marcarei conversas com as ongs parceiras pra explorar isso.
Strange situation. Alto do edifício, centro empresarial, eu atrasadíssimo porque saía de uma belíssima reunião com países latino americanos que lutam para erradicar (ou mitigar) o trabalho infantil, uma alemã ao meu lado, interessada em conhecer experiências sociais em terras brasilis, minha convidada. Gente de paletó. Um sujeito de óculos com comentários duros, a cada instante. Já era noite, eu era só pó. E ela / ele com a objetividade americana que é admirável, mas que toca as bordas da deselegância.
Sai de lá esgotado de 40 minutos de conversa.
Mas foi estranho. Strange meeting, I don't know exactly why. Acho que é porque hoje me relaciono com estranheza com essa avaliação. Ainda preciso entendê-la, creio, fico com a sensação de que não escapamos ao senso comum. Onde chegamos? O que é novo? Que mudanças essas informações podem gerar? Não sei. Mas marcarei conversas com as ongs parceiras pra explorar isso.
Strange situation. Alto do edifício, centro empresarial, eu atrasadíssimo porque saía de uma belíssima reunião com países latino americanos que lutam para erradicar (ou mitigar) o trabalho infantil, uma alemã ao meu lado, interessada em conhecer experiências sociais em terras brasilis, minha convidada. Gente de paletó. Um sujeito de óculos com comentários duros, a cada instante. Já era noite, eu era só pó. E ela / ele com a objetividade americana que é admirável, mas que toca as bordas da deselegância.
Sai de lá esgotado de 40 minutos de conversa.
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